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Reisados sobrevivem em Ribeira do Pombal

Colaborador de Navegos chama a atenção dos leitores para antigas tradições populares que sobrevivem na zona rural DE Ribeira do Pombal.

*Reynivaldo Brito

[email protected]

A manifestação popular religiosa do Reisado continua resistindo na zona rural em Ribeira do Pombal onde três grupos distintos todos os anos a partir do mês de setembro saem pelas roças (pequenas propriedades) e povoados cantando e dançando para a alegria dos que gostam deste tipo de folguedo, e no dia 6 de janeiro é o auge no Dia dos Reis Magos. A principal figura do Reisado era d. Bejo, que faleceu em 29 de setembro de 2016. Nas localidades de Pocobatiba, Alexandrino e Pedra esta manifestação de caráter religiosa e cultural ainda permanece viva. Porém, constatamos que enfraqueceu muito nesses últimos três a quatro anos com a morte de importantes líderes e figurantes, e que se alguma medida urgente não for tomada pela Secretaria da Cultura para reacender esta chama o Reisado vai desaparecer do nosso município. O filho de d. Maria do Bejo, o sr. José Santos Cruz, conhecido como o Zé de Bejo, 63 anos de idade, prossegue lutando para manter a tradição de sua mãe. Ele é casado com d.Josefa Santana Cruz,  (Nenê de Vicente), têm nove filhos, sendo  oito  homens Roberval, Rosival, Francisco Jadson, José Orlando, Rafael, Domingos, Raimundo, Ismael e Maria de Fátima. É este casal de leva o Reisado na localidade de Alexandrino. Eles lutam para manter uma quadrilha junina e o Reisado, mas, disseram que a dificuldade atualmente é arranjar as Figuras e os Galantes porque os jovens não querem, e alguns ao invés de se orgulharem em preservar esta importante tradição têm vergonha de participar do folguedo. Conta o Zé de Bejo que sua mãe “iniciava o Reisado desde o mês de setembro, e que o grande momento era no dia 6 de janeiro.” Eles formam o Reisado com umas treze a quinze pessoas sendo três tocadores: um sanfoneiro, o do triângulo e o pandeirista. Às vezes a mesma pessoa faz o Boi e o Jaraguá, tem o Gato, o Caboclo, dois Galantes, quatro Figuras, o Véio e a Dona do Baile. Ela é quem depois da chegada do Caboclo na casa visitante pede licença aos donos da casa para dar autorização para os demais entrarem e começarem a dançar. Geralmente os donos da casa oferecem bebidas e comidas e a festa continua na maior alegria até o raiar do dia.

A d. Mariana Pereira dos Santos (Maria de Bejo ou d. Bejo) nasceu em oito de janeiro de 1934 e faleceu em vinte e nove de setembro de 2016, portanto morreu aos 82 anos de idade, e seu esposo Beijamim Adelino da Cruz (Bejo) nasceu em 30 de março de 1940 e faleceu em 6 de julho de 2017. Tiveram oito filhos: José, Ivan, Pedro, Humberto, Dado, Josefa Luzia, Carlos e outra Josefa. Quando criança a d. Bejo já dançava no Reisado do Zé de Nizo. Seu filho Zé do Bejo não sabe dizer o ano em que sua mãe iniciou o seu próprio Reisado. Depois que casou, e com o falecimento de Zé de Niso o Reisado onde ela começou a dançar acabou. Inconformada resolveu fundar seu próprio Reisado. Confessa seu filho o Zé do Bejo, atual líder do Reisado de d. Bejo que as pessoas que assistem e participam sempre acham muito engraçado e bonito. No início tinha o violão, e trocamos pelo sanfoneiro que está há muitos anos com a gente. As cabeceiras somos nós dois, eu e minha mulher, estamos lutando para manter. Sou o Caboclo e quando falta uma peça a gente improvisa. Estamos à frente do Reisado e a dificuldade atual é reunir as Figuras, que são as mulheres dançarinas e os Galantes que compõem do Reisado. Os jovens hoje em dia não se interessam pela tradição.”

sado de d. Morena na localidade de Pocobatiba (Tapera) pode ter seus dias contados, se alguma providência da Secretaria da Cultura e de políticos da região não tomarem a iniciativa para salvar. A d. Morena falou das muitas dificuldades e entre uma fala e outra cantava:

Ana vamos vadiar. Eu não vou lá.

Tanto tempo que aqui já chegamos

Tanto tempo que aqui já chegamos

Cadê o dinheiro que nós já ganhamos

Cadê o dinheiro que nós já ganhamos?

E, continuando:

Dono da c, eu quero água

Dono da casa, eu quero água

Ei Santo Antônio me chamou

Eu vou louvar.

Dono da Casa eu quero água…

E ai começava o sambinha sob o som do pandeiro, violão e da sanfona.

A d. Lúcia Militão de Santana, a Nenê da Morena, tem 60 anos de idade e está com problemas de saúde. Ela brinca o Reisado desde os sete anos de idade, “venho acompanhando esta tradição desde criança, e a última vez que saímos foi antes da pandemia. Nos apresentamos aqui na Tapera. Ao nosso Reisado nunca demos um nome. Só fomos procurado uma única vez. Já dançamos em Ribeira do Pombal, em Cipó e aqui na Tapera. A gente quase não tem apoio. Só uma vez quando o senhor Oswaldo Rocha esteve aqui e organizamos tudo. Sempre enfrentamos dificuldades. Nas apresentações nas casas a gente leva uns raminhos cheirosos e as pessoas dão pequenas contribuições. Com isto compramos papéis e outros materiais para se enfeitar e sair novamente.”

“A gente chega na casa e bate na porta: Bendito louvado seja o Menino Deus nascido. Que no ventre de Maria nove meses foi escondido.”  A folhinha do pau cai e a galha fica bulindo. A folhinha do pau cai e a galha fica bulindo. A sabiá da ramagem faz o seu ninho. Senhor dono da casa acorde se está dormindo.” E volta a se lamentar da dificuldade de arregimentar pessoas para participar do Reisado. “Hoje não temos pessoas para serem Figurantes e Galantes. Este pessoal novo não quer participar e alguns sentem acanhados ou com vergonha. Dessa meninada nova, ninguém dança.”

Quem levou o Reisado para a localidade de Pocobatiba, foi Zé Mido e Antônio Caetano, que eram pessoas mais velhas, e o Nininho da Cabocla, que levava todos do Reisado para dançar em vários lugares como Olho D´água e nas roças dos amigos. Não tinha fotos e filmes e nunca foi filmado. “Só depois que Marcelo Silva viu a gente e fez o registro. Os reisados antigos desapareceram: Reisado do Nininho da Dodó e de Reisado de Zé Miúdo e só resta aqui o Reisado da Morena, que enfrenta dificuldades. “Os antigos estão doentes e velhos e não aguentam mais dançar”, confessa d. Nenê da Morena.

Com o falecimento de d. Morena, e o assassinato do Zé de Nenê de d. Morena, que era o Caboclo piorou tudo. “Esta tragédia enfraqueceu mais ainda a minha função. Ele fazia o Casamento do Tabaréu e eu faia O Judas e o Reisado. Sempre estava presente fazendo e providenciando as coisas comigo. Sem ele eu perdi as forças”. A d. Nenê anda triste depois do falecimento de José Carlos Santana de Jesus, o seu filho que tinha apenas 40 anos. Mataram no bar ele estava sentado quando um criminoso atirou num desafio e uma bala perdida pegou nele. Ele gostava de fumar e beber uma cachacinha, e estava sentado numa cadeira na calçada do bar quando foi atingido.

A d. Nenê de Morena diz que ‘’fazia também o Forró dos Coroas. No último Sábado da Aleluia fizemos um e dançamos até o araiar do dia. Foi muito animado, foi em Zezito, na Codema “. Ela é uma espécie de animadora cultural. “Se Deus me der vida vou fazer na Virada do Ano.  Sempre fazia em São Pedro quando comemoro o meu aniversário. Eu sempre fui a d. Deusa e meu filho era o Caboclo, no Reisado”.

E as três Marias da aldeia dos caboclos E as três Marias da aldeia dos caboclos. Senhora Dona do Baile, Senhora Dona do Baile vim lhe pedir um favor, vim lhe pedir um favor. Isto canta na hora de matar o boi. A Figurante Luciana Santana Santos, 27 anos, sempre gostou de participar ” por ser uma tradição e me divertia muito junto com a Nenê.  Eu era a Nambuzinha. Em seguida passou a cantar:

Nambuzinha quer ser freira?

Não senhor quero é casar.

Nambuzinha quer ser freira?

Não senhor quero é casar.

Tenho o dia pra o descanso

e a noite pra namorar.

Oh sindô lelê. Oh sindô lalá

Esta barquinha vai embora

lá pra cima do Pará.

Esta barquinha vai embor

lá pra cima do Pará.

Para o ano se, Deus quiser,

e a morte não me matar

Oh sindô lelê. Oh sindô lalá.

E, continuando a toada, cantou:

O mês de janeiro,

é o mês da trovoada.

Sabiá puxa ramagem

para fazer o seu o ninho.

Devagarinho vou puxando o meu caderno

A mocinha moderna

me parece um passarinho.

Eu chego lá faço uma casa de sapé…

Adeus, caboclo, vamos embora

para nossa terra,

vamo-nos embora….

O Reisado da Pedra, era dirigido por Elias Brasil que começou em 1987. Quem fundou foram Antônio Fonseca, seu filho Manoel Fonseca (Mané de Toinho), Zuza, João Bota, (falecido há mais de 70 anos), e agora continuam João de Etelvina, Vandinho de Pedrinho Tomé, João Quixabeira, Ana de Carmelita e Nininho Nascimento. Elias está com um problema de saúde e não dança mais. Dirigiu o Reisado da Pedra até 2016, e agora eles estão tocando. “Me deram um sequestro, e só não apresentaram durante a pandemia, mas continuo participando do grupo. Na última apresentação a Edelzuita que é uma das principais peças do Reisado não participou porque houve uma briga aqui e mataram o filho dela.”

A manifestação popular de origem católica chamada de Folia de Reis, Companhia de Reis, Festa dos Santos Reis, e aqui em Ribeira do Pombal conhecido por Reisado é uma comemoração religiosa da Epifania do Senhor ou Teofonia que nada mais é do que celebrar a Adoração dos Magos ao nascimento de Jesus Cristo. Veio de Portugal onde é chamado de Reisada ou Reiseiros.

A Wikipedia informa que  a “denominação fala dos festejos entre o Natal e o Dia de Reis e 6 de janeiro . Como os autos sacros, com motivos sagrados da história de Cristo (…) no Brasil, sem especificação maior, refere-se sempre aos ranchos, ternos, grupos que festejam o Natal e Reis” na definição do folclorista Câmara Cascudo, que completa: “o Reisado pode ser apenas a cantoria como também possuir enredo ou série de pequeninos atos encadeados ou não”.

“Nestes festejos existem elementos musicais com a presença de vários instrumentos (desde acordeons, violões, violas, cavaquinhos, reco-reco, caixas, pandeiros, etc.) em que os participantes do reisado visitam as casas de porta em porta com sua cantoria, lembrando a viagem dos Reis Magos para levar ao Menino Jesus seus presentes de ouro, incenso e mirra. Esta manifestação revela a combinação de duas figuras da teologia a epifania (como sendo a aparição ou manifestação divina, no caso a primeira manifestação de Jesus entre os gentios) e a hierofania (manifestação do sagrado em objetos, formas naturais ou pessoas); reúne, assim, elementos sagrados e profanos.”

O Reisado é de origem egípcia considerada uma festividade profano religiosa. No Egito era chamada de Festa do Sol Invencível, comemorada em 6 de janeiro. Na Europa foi adotada, inicialmente, pelos romanos em 25 de dezembro (data em que nasceu Jesus Cristo, segundo os cristãos). Instalou-se em Sergipe no período colonial, através dos portugueses.  Atualmente, é dançado em qualquer época do ano e os temas de seu enredo, variam de acordo com o local e a época em que são encenados, podem ser: amor, guerra, religião, entre outros

Sua comemoração começa à véspera do Dia de Santos Reis. No período de 24 de dezembro a 6 de janeiro, grupos formados por músicos, cantores e dançarinos vão de porta em porta, anunciando, a chegada do Messias e fazendo louvações aos donos das casas.

Lembro que meu pai tinha um caminhão Chevrolet. Eu era criança e subimos na carroceria, juntamente com várias outras crianças e adultos da vizinhança e fomos para o Salgadinho acompanhar um Reisado, que se não me engano, tinha vindo da localidade do Bodó. Saímos à noite em direção ao Salgadinho e ao chegarmos descemos do caminhão, e nos aglomeramos em frente da casa do meu avô Yoyô, que não era muito de folguedos. O Caboclo bateu insistentemente na porta da casa, mas meu avô não abria a porta. Os Figurantes e Galantes cantavam e nada. Depois de algum tempo resolvemos ir em direção à casa de tia Julieta, que morava naquela época no Salgadinho. Como era noite, muitos nós não enxergamos no caminho uns pés de cansanção, que é uma espécie de urtiga, e ficamos com as pernas e pés cheios de caroços e coçando muito. Finalmente, a porta foi aberta e o Reisado pode se apresentar e cantar até o dia raiá.

A professora Aurezi Ribeiro uma das integrantes do coral disse que “é necessário viver a História para que não esqueçamos quem somos”. Daí a importância deste coral que homenageou a líder d. Beja falecida recentemente.  Ela disse que tem lembrança de ainda criança assisti na pracinha do povoado da Boca da Mata a apresentação de um reisado em companhia de seus pais. Nos eventos da Cultureira, que ocorre no mês de setembro, o então Secretário de Cultura, Osvaldo Rocha, sempre apresentou o Reisado de Maria do Bejo). Bejo se refere ao esposo dela Benjamim e não ao ato de beijar) uma senhora do campo, dotada de uma sabedoria, moradora da Fazenda Alexandrino no Povoado da Feira da Serra. Ela dançava o Reisado com os filhos, genros e filhas, genros e noras e netos”, conta Auzeri Ribeiro

.. Disse ainda que um dia “em sua modesta casa ela fez uma encenação do Reisado e minha irmã Adenalva filmou tudo, enquanto eu tomava nota das coisas. Infelizmente perdemos esta filmagem. Mas, quando lecionava na Escola Sílvia |Brito tivemos a oportunidade de organizar com os alunos o Coral Cantando com Amigos cujo idealizador foi o Antônio Viana, proprietário da Auto Peças Viana. Ele juntou um grupo de amigos de chamada terceira idade e nos apresentamos nas praças Getúlio Vargas e da Juventude, no Dia dos Pais e no Natal. Depois surgiu a ideia de aprendermos as toadas do Reisado para apresentar na Cultureira, nas escolas, e nos povoados, e no dia 6 de janeiro, Dias de Reis, encerramos com um desfile pelas ruas de Ribeira do Pombal”.

Ela lembra que o Reisado que apresentam é assim constituído: pela Chegança numa casa cantando:

Oh de casa! oh de casa!

Oh de fora! Oh de fora!

Em seguida vem a apresentação da Figuras e Galantes que têm nomes de animais e plantas. A Dona do \baile era a d. Bejo, em seguida vem o Papagaio, o Pinicapau (Pica-pau) o Tomateiro, o Cajueiro, a Moreninha, a Lavadeira e a Derradeira. Todos focam sapateando sob o comando do Caboco (Caboclo) que normalmente usa um apito e uma vareta.

A Dona do Baile anuncia a Hora do Raminho, que antigamente era um raminho de alecrim ou outra planta cheirosa retirada da caatinga e oferece às pessoas queridas, enquanto canta algumas toadas.

Quem me dera eu ver hoje

A dona desse Reisado

Lá do Céu ela tá vend

Olê! Olá

Todo nosso sapateado

eu só sinto, mas não vejo

a quem devo gratidão

Eu vou oferecer meu ramo

Olê Olá

A Maria de Bejo de coração…

Vem então a parte do Boi que é iniciada com uma cantiga ou toada para o Boi entrar na casa. Mas, de repente vem um Gato e mata o Boi, e as figuras ficam questionando como este Gato apareceu. Já que o Boi morreu, a Dona do Baile vai ofertando as partes e oferecendo aos presentes, enquanto as Figuras cantam:

Valha-me Deus

Janeiro morreu!”.

Porém, inesperadamente o Boi ressurge, canta o seu lamento e desaparece.

Eis que surge o Jaraguá que entra cantando e já vai pedindo dinheiro para a plateia para garantir a sobrevivência do Reisado. Depois vem o personagem do Véio (Velho) querendo casar. Ele vaga entre as Figurantes que riem e debocham do Véio. Finalmente a Derradeira aceita a proposta de casamento e eles trocam versos de amor. Chega o momento que até a Derradeira fica arrependida, e então o Caboco (Caboclo) que estava enciumado troca insultos com o Véio. Logo em seguida as Figuras cantam o Lamento do Caboco que cai estendido no chão.

Vem a Dança das Fitas, que o Coral introduziu, mas que tradicionalmente não faz parte do Reisado de Maria do Bejo. Conta Auzeri Ribeiro que já foi aí ” uma intervenção do Coral. Consta das Figuras em círculo e um mastro com as fitas no meio. Cada Figura vai circulando passando a fita de uma para outra.

Minhas Figuras vamo-nos embora

Despedida é hoje, todo mundo chora!

Depois convida alguns presentes a participar e forma-se um grande círculo.

Para o Osvaldo Rocha, Diretor de Cultura de Ribeira do Pombal, “o Reisado é uma das fortes tradições do folclore brasileiro e no Nordeste mais forte ainda. Aqui em Ribeira do Pombal temos três Reisados importantes   que se apresentam no Dia de Reis e em outros eventos que é o de Pocobatiba,localidade próxima ao povoado de Tapera, o Reisado da Pedra, que tem forte influência europeia especialmente dos portugueses e o Reisado do Alexandrino, que é talvez o mais tradicional com mais de cem anos de atuação, passando de geração para geração. Chamo sempre atenção para d. Maria de Bejo que era uma artista popular, uma folclorista. Hoje a família dela leva o Reisado e o Prêmio Aldir Blanc tem o nome dela aqui em nossa terra. Ele concluiu dizendo que tem trabalhado para que essas manifestações culturais permaneçam sempre vivas em nossa Cidade.”

NR- Quero agradecer ao meu parceiro Hamilton Rodrigues que teve de se deslocar para as localidades de Pocobatiba (Tapera) e Alexandrino em busca de material para que pudesse escrever este texto, e deixar aqui registrado para a posteridade, a história desses grupos de Reisado da zona rural de nosso município. 

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