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Bateando o ouro humano

Em um pequeno artigo publicado em 2012 no site Literatura Sem Fronteiras, escritor e editor cearense, autor de uma obra variada e significativa, escreve sobre a contribuição de Franklin Jorge à divulgação de valores goianos.

*Nilto Maciel

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“De Natal veio O ouro de Goiás (Goiânia: Kelps, 2012)), de Franklin Jorge. São 26 crônicas, cada uma delas dedicada a uma personalidade da cultura goiana. O autor, potiguar, nascido no Vale do Ceará-Mirim, tem se dedicado, há quase meio século, ao jornalismo e à literatura. A maioria de seus escritos, porém, continua inédita. São cerca de 40. Este O ouro de Goiás tem sua origem revelada pelo poeta Ubirajara Galli: “No final da década de 1970, o jornalista-escritor Franklin Jorge, portando a sua bateia cultural, desembarcou em Goiânia e começou a lavrar as áureas águas da cultura goiana. Da sua colheita, nada se perdeu. Todas as suas impressões, experiências vividas, bem-materializadas deram vida a essa publicação” (…).

“As peças de Franklin são saborosas. A primeira delas tem como protagonista Carmo Bernardes. Conta um passeio pela Alameda do Bosque dos Buritis. Não exatamente o passeio, mas a fala do velho cultor de letras (“uma força invisível e misteriosa me aproxima desse homem que bem poderia ser o meu pai ou mesmo meu avô”).

“Desfilam pelas páginas da coleção seres humanos excepcionais: Cora Coralina, Bernardo Élis (“gosta de gatos e de jardinagem”), José Godoy Garcia, Antônio José de Moura, José Décio Filho, Brasigóis Felício, José Mendonça Teles e mais alguns escritores, além de artistas e humanistas de outras águas, como Antônio Poteiro (“capta as pulsações misteriosas da terra em quadros e cerâmicas”).

“Com O ouro de Goiás, Franklin Jorge prova que se pode pintar o povo de um lugar (ou a sua essência), mesmo que se venha de fora, de longe ou de outras terras.

*Do site Literatura Sem Fronteiras, 11 de Junho de 2012.

Franklin Jorge com o artista polonês Frans Krajcberg (em destaque) e com a escritora Alcyone Abrahão, em Nova Viçosa (1981), ao tempo em que escrevia O ouro de Goiás.

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