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Afinal, quem são os golpistas?

Colaborador de Navegos, Editor de Ponto Crítico, prestigiosa publicação conservadora e liberal, aponta distorções de episódio histórico manipulado no curso do tempo por ideólogos de esquerda.

*Gilberto Simões Pires

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Por tudo que li, ouvi e analisei sobre os GOLPES DE ESTADO que foram praticados ao longo do tempo nos mais diversos países mundo afora, não tive a mínima dificuldade para perceber que a MÍDIA BRASILEIRA foi aquela que, pelo efeito de uma EXAUSTIVA REPETIÇÃO MENTIROSA (padrão Joseph Goebbels) foi capaz de fazer com que grande parte da -ingênua- população brasileira ficasse absolutamente convencida de que, em 1964, as nossas Forças Armadas deflagaram um GOLPE DE ESTADO, com a deposição do então presidente João Goulart.

APELO POPULAR -A intensidade da REPETIÇÃO MENTIROSA foi de tal ordem que não há santo neste mundo capaz de explicar, e muito menos convencer, que a deposição de João Goulart se deu por força de um insistente apelo feito pelo POVO -SOBERANO-, que foi às ruas com as Marchas da Família com Deus pela Liberdade por todo país pedindo desesperadamente, às Forças Armadas, que fizessem uma imediata INTERVENÇÃO MILITAR com o propósito de impedir que o BRASIL SE TORNASSE MAIS UM PAÍS COMUNISTA.

CONTRAGOLPE – Para quem não sabe, ou se recusa a saber, o fato é que em 1964 houve um CONTRAGOLPE e não um GOLPE. Como bem descreve o cientista político Guilherme Lucas Carvalho, na ocisão já estava em curso -bem avançado- um PLANO COMUNISTA de tomada do poder através de uma revolução armada, seguindo o modelo de Cuba. Desde 1961, ainda no governo Jânio Quadros, os comunistas Jover Telles, Francisco Julião e Clodomir dos Santos Morais estavam em Cuba acertando CURSOS DE GUERRILHA e o envio de armas para o Brasil. Outros comunistas já realizavam cursos de guerrilha, sabotagem e terrorismo em Cuba e na China. E a área do Araguaia já estava escolhida pelo PC do B para implantar a guerrilha rural no Brasil.

GOLPISTAS – Hoje, passados 58 anos desde o importante -CONTRAGOLPE-, a MÍDIA ABUTRE, assim como a turma da esquerda, com apoio total dos países regidos pela Cartilha do Foro de São Paulo, e/ou Grupo Puebla, da mesma forma como ocorreu em 1964, voltou, como nunca, a perseguir todos aqueles que se posicionam em defesa da DEMOCRACIA NO BRASIL. E mais uma vez, passaram a ser rotulados como GOLPISTAS. Ora, por mais que os fatos falam por si, a realidade mostra que os brasileiros dotados de um mínimo de discernimento estão tentando evitar que o COMUNISMO se instale no nosso país.

A propósito, sugiro que leiam o artigo do jornalista Fernão Lara Mesquita, do blog O VESPEIRO,

O GOLPE JÁ FOI DADO; O PAÍS JÁ ESTÁ EM GUERRA:

O PT nunca fez outra coisa na vida senão recusar-se a entregar o poder a quem ganhou cada uma das muitas eleições que perdeu. A todos declarou guerra aberta. Ao país que votou neles manteve sempre sob o cerco cerrado dos quinta-colunas com que recheou todo o serviço público, as estatais que até hoje chantageiam a miséria nacional e o sistema nacional de educação empenhados em sabotar toda ação que pudesse reduzir a miséria pra ver se, levada ao paroxismo, ela ateava fogo ao circo até a véspera da eleição seguinte. Aos vencedores de cada eleição manteve sempre encurralados pela falsificação de dossiês inteiros, e não só e sistematicamente das news, para tramar impeachments-tapetão.

No mundo que o PT desenhou, só o “concursismo” salva. E enquanto isso se provar verdadeiro pela derrota sistemática de todo mundo que tentar vencer pelo trabalho a subversão da moral nacional como um imperativo de sobrevivência estará garantida. Daí a concentração incansável do partido na destruição da economia viva em benefício da que vive dos privilégios distribuídos pelo Estado. É ele o principal responsável pelas quase quatro “décadas perdidas” desde a redemocratização.

Desde que “o sonho acabou”, e com ele a possibilidade da sedução, já lá vai mais de um século, semear o desespero, o ódio e a trapaça é a única esperança de poder do partido que instalou um enorme espelho retrovisor no lugar do seu para-brisa. Foi o PT quem inventou os “gabinetes de ódio” elevados ao status de Secretaria de Estado a cargo do nefando André Vargas, o coach do que ficou conhecido como a “esgotosfera petista na rede”, versão evoluída da “PT-Pol”, a fábrica de dossiês conhecida e reconhecida por todas as redações da old mídia, montada pelo Sindicato dos Bancários aparelhado segundo plano de “tomada do poder” de Luiz Gushiken e José Dirceu para fuzilar adversários políticos.

A roubalheira, ao contrário do que parecem pensar os que se lhe opõem com menos inteligência, não é o que define o lulismo. Ela é só mais uma das armas que a seita usa para destruir a democracia, unindo o útil ao agradável. Por isso quando com as armas do poder na mão, tratou de dissolver no deboche, mês a mês, parlamentar por parlamentar, a única ponta do Sistema conectada, ainda que indiretamente, ao eleitor e ao País Real fora a Presidência da República.

Uma vez cortada a conexão, trata agora, para dar xeque-mate ao rei, de impor à cúpula do poder do galinheiro exclusivo da privilegiatura que restou, mediante um jogo pesado de chantagem, a “nova ordem” baseada nos regimentos internos dos órgãos públicos e não na constituição ou nas deliberações do congresso eleito pelo povo, no qual sabe-se desde antes da largada que prevalecerá o que leva “supremo” no nome e é, todo ele, nomeado pelo maior interessado em suas sentenças. É um expediente primário de força bruta, mais que óbvio, explícito, que não vai se transformar naquilo que não é nem com mil anos desse bombardeio de saturação que faz sobre ele a imprensa embarcada.

As manobras de hoje para vencer as últimas resistências – as do PT, não as de Bolsonaro – em tudo fazem lembrar, sim, as que desaguaram na ditadura militar, com a diferença de que desta vez os golpistas não foram atalhados por um contragolpe. Foram eles que se anteciparam.

Exatamente como aconteceu entre o 64 da intervenção com data marcada para acabar e o 68 do AI-5, interregno no qual os perdedores trucidaram 19 pessoas na rua antes que os militares topassem a sua guerra declarada, estão trucidando a democracia brasileira, atentado por atentado, com o mesmo requinte de violência gratuita das bombas em cinemas e aeroportos e os fuzilamentos de gente desarmada de então para provocar o máximo de choque e indignação de modo a que, se houver contragolpe, possam alegar que os golpistas, desde o início, eram os eventuais contra golpistas ou, se o país se entregar sem luta, deixar plano o caminho para o fechamento final desenhado na constituinte esseteefiana já prometida.

Por três vezes, desde 2005, segundo ano do lulismo no poder, os representantes eleitos do povo ordenaram que as urnas também imprimissem o voto. Por três vezes desde 2006, quando sentou-se no tribunal o terceiro ministro nomeado por Lula (hoje eles já são 7 dos 11), o STF jogou no lixo a ordem do povo, de quem “emana todo poder”, com argumentos menos que ridículos.

Com fraude ou sem fraude, é deles, portanto, a obra feita: a eleição como ato supremo de pacificação de todo país democrático é coisa do passado no Brasil. Está desacreditada e quem a desacreditou foi o STF do Lula. É por esse “fechamento de questão” na opacidade e pela truculência com que trata quem quer que o denuncie como suspeito, e não pela exigência de mais transparência, que este país JÁ ESTÁ conflagrado, ganhe quem ganhar.

Pode-se encher uma biblioteca inteira com o que há de inadequado no comportamento de Jair Bolsonaro, assim como pode-se encher uma biblioteca inteira com o que há de desagradável numa quimioterapia. Mas o lulismo é que é o câncer.

O Brasil não estaria doente se, com o mundo que se preveniu, tivesse levado uma vida institucional mais higiênica e adotado a ÚNICA ALTERNATIVA que existe para os desregramentos da monocracia que SEMPRE FOI, como a humanidade sabe desde a Grécia, tornar todo poder e todo mandato para exercê-lo estritamente dependente do povo.

Em vez disso, “não larga de fumar” nem com o câncer já instalado. Os mais convenientes “companheiros de estrada” do lulismo só discutem quem, dentro do galinheiro exclusivo da privilegiatura blindado contra o País Real – a câmara? o senado? o judiciário “cancelado” nos nove juízes das três instâncias revogadas por ordem de nhô Edson do MST, o novo proprietário do fazendão nacional escravocrata e seu capitão-do-mato Xandão – tem o direito de mandar chicotear deputados eleitos e família, cancelar partidos políticos, leis e constituições e surrar no tronco quem exigir o cumprimento delas. Os mais “modernos” e “democráticos” propõem no máximo a troca do proprietário.

Tudo, menos a libertação! Tudo menos o povo no poder! Só que já não convencem mais que 1 ou 2% dos brasileiros com isso.

Por isso não há mais engano inocente possível: goste-se ou não dele, aderir à lapidação de Bolsonaro com as pedras da mentira e não só com as críticas que merece e não bastam, ainda que com alfinetadinhas em Lula a coté para salvar uma face “democrática”, além de não ser honesto, é escolher o câncer.

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